COLEÇÃO

Esses já tenho:

 

 

 

 


A Princesa e o Plebeu
(1953); Sabrina (1954); Guerra e Paz (1956); Cinderela em Paris (1957)...

 

 

 

 

 

Amor na Tarde (1957); Bonequinha de Luxo (1961); Charada (1963); My Fair Lady - Minha Bela Dama (1964);...

 

 

 

 

 

Quando Paris Alucina (1964); Como Roubar um Milhão de Dólares (1966); Um Clarão nas Trevas (1967); Além da Eternidade (1988).

Este, acabei de mandar vir:

 

 

 

 

 

Robin e Marian (1976).

Estes, já saíram nos EUA, mas não no Brasil. Estamos esperando:

 

 

 

 

 

O Mistério da Torre (1951); O Passado Não Perdoa (1960); Infâmia (1963).

PARA VER NAMORANDO

*Ainda dá tempo de escrever alguma coisa para o dia dos namorados? Este é um texto que eu já publiquei duas vezes, mas acho que vale.

 
George Peppard e Audrey Hepburn (e o Gato), em Bonequinha de Luxo

Para ver namorando

Será que há outro tema mais familiar ao cinema do que o amor? Eu duvido. Há romance até em Rambo II - A Missão (1985), e nem é preciso procurar muito: em determinados momentos, lá está Sylvester Stallone e seus olhares lânguidos para Julia Nickson-Soul. Assim como Schwarzenegger se apaixona por Rae Dawn Chong em Comando para Matar (1985), Van Damme por Rosanna Arquette em Vencer ou Morrer (1993), Vin Diesel por Asia Argento em Triplo X (2002). Os brutos também amam, como já dizia o título do faroeste clássico.

Claro, nenhum desses filmes é para ser visto com a namorada. Na verdade, não deveriam ser vistos em qualquer ocasião, mas isso é outra história. E, se sua namorada quiser ver esses filmes, talvez seja o caso de repensar a namorada. Mas isso também é outra história.

O amor está quase sempre lá, mesmo que seja apenas uma pitada de tempero nos filmes de ação, um momentozinho de respiração no meio de tantos socos, tiroteios e explosões. Mas o gênero romance, onde o relacionamento entre duas pessoas é o tema principal do filme, seja ele cômico ou dramático, não por acaso é um dos mais populares do cinema.

Qual é o filme de maior público da história do cinema? As contas precisam ser feitas, mas se não for ...E o Vento Levou (1939) é Titanic (1997). Dois filmes sobre tragédias grandiosas - num, a Guerra Civil americana; no outro, o naufrágio do transatlântico - , elas são apenas pano de fundo para o amor. Cada qual a seu modo, claro.

Há romances para todos os gostos no cinema. O amor pode estar lá e o casal passar anos sem percebê-lo, como em Harry e Sally, Feitos um para o Outro (1989). Pode precisar de apenas um dia para nascer, como em A Princesa e o Plebeu (1953). Pode ser a base para suportar uma vida difícil, como em A Felicidade Não Se Compra (1946). Pode ser a mola propulsora de sacrifícios altruístas, como em Luzes da Cidade (1931). Faz rever seus conceitos, como em Ninotchka (1939).

Pode se manter no coração dos apaixonados mesmo após uma grande mágoa, como em Casablanca (1942). Pode surgir mesmo que os apaixonados estejam tão longe e nunca tenham se visto, como em Sintonia de Amor (1993). Pode amolecer o coração de uma fera, como em King Kong (1933) ou mesmo A Bela e a Fera (1991). E é até comum nascer de uma certa antipatia mútua, como em Cantando na Chuva (1952) ou Aconteceu Naquela Noite (1934).

E é o único sentimento capaz de fazer duas pessoas ficarem sob uma chuva torrencial, com um gato no colo (que, muito compreensível, aceita o banho numa boa), ao som de "Moon river", como no final de Bonequinha de Luxo (1961).

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