MOMENTO "80 MÚSICAS DOS ANOS 1980"

"All the Japanese with their Yen
The party boys call the Kremlin
The Chinese know (oh-way-oh)
They walk along like Egyptians

All the cops in the donut shops say:
Way-oh-way-oh-way-ooo-aaa-ooo...
Walk like an Egyptian
Walk like an Egyptian"

"Walk like an Egyptian", Bangles, 1985

Festa 80 MÚSICAS DOS ANOS 1980 - PARTE IV
Com a presença de Mariana Claudino, co-autora do 
Almanaque Anos 80! Dia 23 de julho, no Parahyba Café.

 

DECENTEMENTE BEIJADA - REPUBLICAÇÃO ATUALIZADA
"That Thing You Do" is smile (Foto: Fox)

Do filme The Wonders, que se passa em 1964: a banda acabou, e os integrantes já se foram. Só restaram no hotel o baterista Guy e Faye, a ex-namorada do vocalista, guitarrista e compositor Jimmy. O namoro também ruiu junto com a banda. Faye está na calçada, com as malas, esperando o táxi para voltar para sua cidadezinha. E Guy, depois de observá-la por alguns instantes, resolve finalmente ir até ela:

GUY - Antes que se vá, me deixe fazer uma pergunta.
FAYE - Manda.
GUY - Quando foi a última vez em que foi beijada decentemente? Quero dizer, beijada de um modo realmente, realmente verdadeiro?

Faye precisa pensar alguns segundos.

FAYE - Dave Gammelgard, véspera de ano novo... 1961.
GUY - Ok.

E a beija.

***

A minha resposta é:
Ayla, junho de 2005.

Alguém mais se habilita?

MOMENTO "80 MÚSICAS DOS ANOS 1980"

"Fim de semana, você me liga,
Você me chama, você convida,
Mas dá um tempo, meu coração:
Saia sozinha, não traga o seu irmão!

- Se ele não for, ela me segue
E na maior bronca, chega de leve
E dá vexame, aí, já era!
Segurar a fera, não é brincadeira!

Mamma, ma, Mamma Maria, ma
Mamma, ma, Mamma Maria, ma
Mamma, ma, Mamma Maria, ma
Mamma, ma, Mamma Maria, ma"

"Mamma Maria", Grafite (1983)

*Festa 80 Músicas dos Anos 1980 - Parte IV - com a presença de Mariana Claudino, co-autora do Almanaque Anos 80! Dia 23 de julho, no Parahyba Café.

SEÇÃO DE CARTAS

Aline: Muito bem, você contou. Acho que vou até republicar aquele post ("Decentemente beijada") e assim todo mundo vai poder contar de novo (com as devidas atualizações...). E sou um animador de festas meio fuleira, já que faço sempre a mesma festa... E, só pra constar: qual a parte de Batman Begins mesmo que você achou enfadonha?

Carolinha: Que pena! Um dia essa discordância tinha que acontecer, não é? Entendi que Spielberg não se propôs a uma adaptação literal do livro, mas a mostrar a história sob um ângulo muito específico. E, bem, isso em si não é condenável: foi exatamente o que fez Orson Welles na antológica versão para o rádio, mostrando a história como se fosse narrada por um repórter de rádio... Ainda acho um filmaço genuíno de suspense, como Jurassic Park é. Espero que o encanto não tenha se quebrado (risos).
E a Lynda é mesmo linda - no DVD dá pra ver bem direitinho, com todos os pauses a que temos direito (risos)... Aliás, esqueci de apontar uma coisa naquele texto: a Moça-Maravilha, irmã caçula da Mulher-Maravilha é interpretada no seriado pela maravilhosa Debra Winger!

Chris e Ana: E o que vocês estão esperando?

Giselle: Quero só ver se você vai mesmo...

Juliana: Eu não os clichês um problema em si, desde que sejam bem aplicados. Em todo caso, o personagem Batman é um dos primeiros super-heróis criados - logo, se alguém pode usar clichê por direito, é ele, não?

Daslei: Eu adoro a Margot Kidder (é esse o nome da Lois do filme), fico pê da vida quando os bobões reduzem tudo a dizer que ela é "feia". Ela não é feia, só não é uma supermodelo. E é um equívoco (difundido recentemente nos quadrinhos) de que a Lois precisa ser uma mulher arrasa-quarteirão. Eu não concordo, prefiro pensar nela como uma mulher comum, com uma personalidade apaixonante. Nos extras de Superman - O Filme se percebe o quanto ela era perfeita para o papel desde o começo - nem um tom acima, nem abaixo.
Agora, sobre como Lois descobriu a identidade secreta do Super-Homem no seriado, confesso que não me lembro a situação toda. Só me recordo do momento-chave: ele tentando arrumar coragem para contar e ela tirando os óculos dele e dizendo saltitante "Você é o Superman!". De qualquer forma, é bem melhor do que o que aconteceu nos quadrinhos: ele tirando solenemente os óculos e declarando: "Eu sou o Super-Homem". Fez dela uma idiota completa! Lois merecia mais consideração do que isso dos roteiristas.

CRÍTICA/ A QUEDA! - AS ÚLTIMAS HORAS DE HITLER

Der Untergang Der Untergang

O outro lado do führer 

Na grande maioria dos filmes hollywoodianos, os nazistas - do mais alto oficial ao mais raso dos soldados - são mostrados como pessoas fundamentalmente más, para quem não se pode dizer nada, sob pena de levar um tiro sem aviso. Não é o que acontece em A Queda! - As Últimas Horas de Hitler (Der Untergang/ Downfall, Alemanha/ Itália/ Áustria, 2004), de Oliver Hirschbiegel. O filme propõe uma visão de dentro do regime, em sua derrocada final, onde a loucura e a crueldade - que existiam sim - convivem com pessoas de outras índoles.

O próprio Adolf Hitler é humanizado, o que gerou controvérsias - afinal, trata-se do chanceler que levou a Alemanha à II Guerra Mundial e comandou o extermínio de seis milhões de judeus, tratado sempre como o vilão por excelência do século 20. A vida dentro do bunker de onde comandou o país e os exércitos enquanto o III Reich já desmoronava é mostrada em detalhes e, ao mesmo tempo em que podia ser monstruoso, Hitler (Bruno Ganz) era cativante e generoso com suas secretárias (grande parte do filme é visto pelo ponto-de-vista de uma delas, a ingênua Traudl Junge, interpretada por Alexandra Maria Lara), com a amante Eva Braun, seus colaboradores e com o povo alemão, de maneira geral.

A Queda! é desconcertante quando mostra que o alto-comando alemão se dividia, naqueles momentos capitais, entre uma possível rendição que amenizaria o sofrimento da população de uma Berlim cercada e a lealdade a um führer já perdendo a noção da realidade. A tese do filme parece ser a de que, na maioria, os soldados alemães eram leais aos oficiais, e os oficiais eram leais a seu líder maior - esse sim, louco.

A Queda! é um filme muito convincente, sob uma perspectiva totalmente nova de um dos episódios decisivos da história moderna, construída a partir de dois livros: a biografia de Traudl Junge, escrita pela jornalista Melissa Müller, e No Bunker de Hitler - Os Últimos Dias do Terceiro Reich, de Joachim Fest. O filme termina com o paradeiro de vários dos personagens do filme, impondo realmente respeito depois de mexer no vespeiro.

Não é à toa que A Queda! foi indicado ao Oscar de filme de língua não inglesa. Além de ser envolvente e dinâmico, o filme propõe uma reflexão incisiva sobre as responsabilidades do próprio povo alemão em termos de colaboracionismo ou ignorância das atrocidades nazistas. Sem dúvida, é para ser visto mais de uma vez. (Renato Félix)

A Queda! - As Últimas Horas de Hitler. Der Untergang/ Downfall. Alemanha/ Itália/ Áustria, 2004.  ****  Direção: Oliver Hirschbiegel. Elenco: Bruno Ganz, Alexandra Maria Lara, Corinna Harfouch, Ulrich Matthes.

CRÍTICA/ SR. E SRA. SMITH

Mr. and Mrs. Smith Mr. and Mrs. Smith

Rumo à mediocridade 

Sr. e Sra. Smith (Mr. and Ms. Smith, EUA, 2005) até prometia. Começa com o casal (Brad Pitt e Angelina Jolie) no consultório de um terapeuta, tentando encontrar as razões de sua vida em comum ser tão tediosa. Normalmente, é uma maneira de estabelecer logo o tema do filme num alicerce irônico. Infelizmente, é, literalmente, só o começo.

As cenas seguintes se mantém nesse espírito, um tom farsesco, em que as (poucas) cenas de ação e espionagem são temperadas por um bom humor que lembra - não por acaso - True Lies (1994), que lembra - por sua vez e também não por acaso - a série James Bond.

Há até uma cena tipicamente hitchcockiana, em que se conversa amenidades quando o que interessa mesmo está nos olhares e no subtexto. É a cena do jantar, em cada cônjuge já desconfia que o outro é, na verdade, um assassino profissional. Ou seja: tudo levando a crer que o filme não é o que parecia a princípio, uma profusão de explosões sem muito sentido.

Quando o casal passa a se entender, o filme deixa de ser interessante como num passe de mágica. O humor desaparece e entra a ânsia de ser espetacular pela mera pirotecnia. Com personagens tão ralos quanto os protagonistas, fica difícil. E Sr. e Sra. Smith vai rapidamente descendo a ladeira rumo à mediocridade e acaba ficando por lá mesmo.

Aliás, já está na hora de Angelina Jolie fazer um bom filme. Com exceção do simpático Capitão Sky e o Mundo de Amanhã (2004), ela não aparece arrebatadora desde que ganhou o Oscar, em Garota, Interrompida (1999)! (Renato Félix)

Sr. e Sra. Smith. Mr. and Ms. Smith. Estados Unidos, 2005.  *1/2  Direção: Doug Liman. Elenco: Brad Pitt, Angelina Jolie, Vince Vaughn, Adam Brody, Kerry Washington.

MOMENTO "80 MÚSICAS DOS ANOS 1980"

"Meu amor, se você for embora,
Sabe lá o que será de mim!
Passeando pelo mundo afora
Na cidade que não tem mais fim.
Ora dando fora - ora, bola! -
Uma irresponsável, pobre de mim!"

"À francesa", Marina (1989)

*Festa 80 Músicas dos Anos 1980 - Parte IV - com a presença de Mariana Claudino, co-autora do Almanaque Anos 80! Dia 23 de julho, no Parahyba Café.

CRÍTICA/ GUERRA DOS MUNDOS

War of the Worlds War of the Worlds

De roer as unhas

A comparação mais óbvia a se fazer sobre Guerra dos Mundos (War of the Worlds, EUA, 2005), novo filme de Steven Spielberg, é com Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T., o Extra-Terrestre (1982), suas obras-primas nas quais alienígenas vinham à Terra em missão de paz. Agora, a história é outra: um ataque implacável, sem qualquer possibilidade de entendimento. O filme realmente não faz parte da filmografia de Spielberg ligada a Contatos Imediatos ou de E.T., como muita gente “acusou”, mas de outra vertente na obra do diretor: a de Jurassic Park (1992), Tubarão (1975) e Encurralado (1971).

Muita gente que associa Spielberg à imagem de “Peter Pan do cinema” parece não lembrar que ele é um exímio diretor de suspense. Jurassic Park e Encurralado - mais que Tubarão, até - têm muito a ver com Guerra dos Mundos: são filmes em que o ser humano está à mercê de um perseguidor avassalador e quase sobrenatural, onde não há muita coisa a fazer a não ser fugir.

Nesse ponto é notável que ele sempre busque uma idéia: a de que na adversidade extrema, reduzido praticamente a um animal que age por instinto, o ser humano engrandece. Em Guerra dos Mundos, Tom Cruise é um pai ausente (mais um dos tantos dos filmes de Spielberg), que precisa ficar com seus dois filhos. Toda a destruição do planeta é observada do ponto de vista dessa família maculada - e o diretor sempre teve a acertada noção de que o espetáculo nada vale se não houver personagens com quem se importar.

A rigor, não há nada de novo em Guerra dos Mundos. O livro de H.G. Wells é de 1898, a história já foi transposta para o rádio em 1938 na antológica versão de Orson Welles (que fez as pessoas correrem para as ruas achando que a Terra estava mesmo sendo invadida), para o cinema em 1953 e tem referências explícitas em Sinais (2002), de M. Night Shyamalan. Os efeitos especiais são de cair o queixo, como os filmes de Spielberg já fizeram tantas outras vezes. E, repetindo, o gênero e o tema da família já foram visitados por Spielberg diversas outras vezes. Então por que Guerra dos Mundos é tão bom?

Talvez porque ninguém filme melhor pessoas olhando para o céu do que Spielberg. Ou porque há um equilíbrio muito bom entre as grandiloqüentes cenas de destruição e o pequeno drama familiar. Ou porque o filme é um “anti-Independence Day”: não há presidentes heróis, generais definindo estratégias, cientistas encontrando soluções. É só a população aterrorizada, sem saber os motivos de estar sendo atacada ou o que vai acontecer em seguida - muito provavelmente como aconteceria de verdade. Ou porque o diretor habilmente mantém o espectador de olho grudado na tela, preso a um suspense como há muito não se via. Ou até porque mais uma vez a pequena Dakota Fanning mostra que ser uma grande atriz independe da idade.

O filme abre e fecha com citações literais do livro de Wells, o que é respeitoso, mas deixa no ar um tom algo professoral - principalmente na conclusão, muito rápida. Além do fato de que o nível intelectual da platéia anda tão baixo que muita gente não vai sequer entender a explicação final.

Mas isso é mais um problema da platéia que de Steven Spielberg. O fato é que Guerra dos Mundos é o melhor filme do diretor desde A Lista de Schindler (1993), além de retomar uma faceta que ele parecia haver esquecido.

Guerra dos Mundos. War of the Worlds. Estados Unidos, 2005.  ****1/2  Direção: Steven Spielberg. Elenco: Tom Cruise, Dakota Fanning, Miranda Otto.

* Publicado no Jornal da Paraíba em 5 de julho de 2005.

SÓ FALTAVA ESSA!

Angélica me mostrou isso, do Jornal de Brasília de hoje:

ONG denuncia: Turma da Mônica incentiva preconceito contra homossexuais

A organização não-governamental (ONG) Estruturação - entidade homossexual de Brasília - denunciou algumas histórias da Turma da Mônica por incentivo ao preconceito contra homossexuais, bissexuais e transgêneros. A ONG tomou conhecimento do assunto a partir da queixa de uma mãe, que, segundo o presidente da organização, Welton Trindade, leu numa das histórias o termo "florzinha" e achou que isso estimularia o preconceito no filho de 7 anos. Depois da denúncia, a organização passou a analisar cerca de 50 revistas da turma, aleatoriamente, desde o final de 2004.

Dentre o material pesquisado, sete casos de discriminação foram encontrados, de acordo com a Estruturação. Em uma das histórias, no almanaque especial de Natal de 2004, a MÔnica, com fantasia de Papai Noel, dá uma ordem ao Cebolinha, vestido como uma rena: "Ôa, veadinho!! Vamos parar aqui!!". Cebolinha retruca com a seguinte fala: "Veadinho é o escambau! Eu sou uma 'lena', falou?".

Como resposta às discriminações apontadas, a ONG vai, inicialmente, exigir que o Governo Federal não utilize nenhum personagem da Turma da Mônica em materiais para crianças. Além disso, o Departamento Jurídico da entidade está analisado a possibilidade de levar o caso à Justiça.

Resposta - Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, disse ter ficado surpreso com o posicionamento da entidade. Ele explicou que todo o material passa por uma análise rigorosa antes de ser publicado. "Pode ter passado batido algum termo que, de alguma forma, ofendeu a ONG. Mas nossa intenção é incluir cada vez mais os vários segmentos da sociedfade e não discriminá-los". Maurício revelou que as histórias são elaboradas de acordo com os termos utilizados por meninos e meninas de cada época e, se algum grupo se sentiu ofendido, as providências serão tomadas. "Nosso objetivo é educar sem deixar transparecer alguma forma de preconceito ou discriminação. Adotamos uma política de inclusão social".

***

*Esse povo não tem mais nada para fazer, né não? Não tem nada mais ridículo que uma teoria da conspiração associada ao politicamente correto. Se os Trapalhões tivessem sido politicamente corretos em seus bons tempos, teriam sido uma bósnia. Eu proponho ao Governo Federal que aos integrantes da Estruturação seja proibido adquirir ou ler emprestado qualquer revista em quadrinhos como pena por sua absoluta falta de humor e senso do ridículo.
** E outra coisa: "Veadinho é o escambau! Eu sou uma 'lena', falou?" é muito engraçado! Ri pra caramba quando li!...

MOMENTO "80 MÚSICAS DOS ANOS 1980"

"No-one on earth could feel like this.
I’m thrown and overblown with bliss.
There must be an angel
Playing with my heart, yeah"

"There must be an angel (playing with my heart)", Eurythmics (1985)

*Festa 80 Músicas dos Anos 1980 - Parte IV - com a presença de Mariana Claudino, co-autora do
Almanaque Anos 80! Dia 23 de julho, no Parahyba Café.

CRÍTICA/ MELINDA E MELINDA

Melinda and Melinda Melinda and Melinda

Gêneros que se entrelaçam

Assistir a um Woody Allen no cinema é como tomar um bom vinho. O gosto é sutil, elegante. É para paladares refinados. Mesmo sem repetir há tempos suas melhores performances, o diretor se mantém sempre acima da média do cardápio habitual no cinema. Com Melinda e Melinda (Melinda and Melinda, EUA, 2005), um de seus filmes mais interessantes dos últimos anos, não é diferente.

A idéia do filme é contar histórias semelhantes com a mesma personagem - a Melinda do título (Radha Mitchell) - sob uma ótica dramática e outra cômica. Ela interrompe o jantar em que um casal recebe visitas, derrama sobre eles seus problemas pessoais, eles a ajudam e ela acaba interferindo na vida deles.

Mas há um detalhes importante aí: não é só um “drama” e uma “comédia”. É um “drama de Woody Allen” e uma “comédia de Woody Allen” - que têm, ambos, suas particularidades: o drama é mais para bergmaniano, com clima pesado no lugar do melodrama, além de ser permeado pelo humor. Já a comédia é recheada de referências culturais, na maior parte do tempo sutil, e contém um pouco de drama verdadeiro.

Allen não complica e coloca personagens diferentes nas duas partes para evitar confusões. Mas elas se interligam por uma série de detalhes coincidentes: uma lâmpada mágica, um piano, adultério... Mas ele também pontua com diferenças: na fotografia, o drama é naturalmente mais escuro que a comédia; na trilha, a música clássica embala a tragédia e o jazz a parte engraçada.

São os dois lados de Woody Allen, um pessimista que sempre se saiu melhor fazendo rir. (Renato Félix)

Melinda e Melinda. Melinda and Melinda. ****  Direção: Woody Allen. Elenco: Radha Mitchell, Will Ferrell, Chloë Sevigny, Amanda Peet, Jonny Lee Miller, Josh Brolin, Wallace Shawn, Larry Pine.

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