LEMBRA DISSO?



E disso?

Pois é, esses e outros clipes na FESTA PANDORA'S BOX

Sexta-feira, 9 de dezembro de 2005, 22h, no Parahyba Café

Detalhes: Três décadas de músicas, revisitadas em videoclipes que marcaram época. E mais: sorteio de brindes personalizados para o público presente. Ingressos ao preço único de R$ 5. Vamos lá, pretigiar o nosso amigo Eduardo, que tirou clipes do fundo do baú!
CEM PREFERIDOS - 25


25. Era uma Vez no Oeste (Sergio Leone, 1969)

O western-spaghetti fez um mal danado ao gênero, mas Sergio Leone conseguiu se sobressair e construir uma obra original, uma releitura mesmo. Era uma Vez no Oeste é o ponto alto de sua carreira, quando soube aproveitar elementos do faroeste clássico americano e mesclar com as novidades do modelo italiano (mais sujo, com sexo e mais violência). Leone não tenta fazer um filme ao modelo John Ford, mas o homenageia brilhantemente. E sabe tirar proveito de uma de sua melhores qualidades: a inacreditável trilha sonora composta por Ennio Morricone, um verdadeiro gênio da música para cinema, que dá ao filme um ar não épico, mas sobretudo operístico.

THE RE-END
Olha, eu não vou nem reclamar dessa vez pela Pops ter acabado de novo com o Enviada Especial - porque a justificativa que ela me deu foi, mesmo que verdadeira e justíssima, muito engraçada.
O QUE VOCÊ ODEIA NO RENATO FÉLIX? - III
- "Odeio quando eu peço pra ele publicar coisas no jornal e ele esquece, principalmente na parte da agenda!" - Bob Záccara
 
Ops! Desculpa, Bob... 

- "Os óculos! Ele tem que usar lentes, ficaria mais charmoso" - Jaqueline

Quem sabe, Jaque, quem sabe... Ou, pelo menos, óculos mais bonitinhos, né?
 
- "Ele sempre chega pra ver o filme no cinema quando já começou" - Killer
 
Mea culpa, mea máxima culpa... Está nas minhas resoluções de ano novo.
 
- "Posso pensar? Ele não bebe!" - Maryson Borges
 
Bom, ontem bebi um pouco de cerveja preta... Praticamente um pinguço (para os meus padrões).
 
- "O desprezo que ele às vezes dá pela internet" - Roberta Cristina 
- "Os e-mails que ele ignora" - Lula
 
Nossa, "desprezo" é de lascar, não? Eu não ignoro e-mails, não, gente. Tem coisas que eu não repondo porque acho que não precisa e nem uma resposta é esperada. Não sejamos dramáticos!
 
- "O cabelo de ovelhinha!" - Veruschka Guerra
 
Bom, está aí um tópico polêmico. Das garotas (que é o público alvo que interessa), uma parcela, como a Veruschka, acha que seria melhor o cabelo curto. Outra parcela faz manifestações ruidosas em contrário quando se fala nesse assunto - já teve namorada que ameaçou acabar tudo se eu cortasse o cabelo. Qualquer dia, eu contrato o Ibope e faço uma pesquisa.
CRÍTICA/ O CORONEL E O LOBISOMEM
  

Narrativa com esquizofrenia

Para quem esperava algo semelhante a O Auto da Compadecida (1999) e Lisbela e o Prisioneiro (2003), a decepção foi grande. O Coronel e o Lobisomem (Brasil, 2005) tinha tudo para ser tão memorável quanto os antecessores, mas acabou ficando pelo caminho. Qual terá sido a razão?

Auto e Lisbela são dirigidos por Guel Arraes, enquanto aqui ele só produz, deixando a direção para Maurício Farias. Mas passa menos por aí do que por uma atitude menos desprendida, digamos assim, do que os filmes anteriores.

O Coronel e o Lobisomem tem ambições que Auto e Lisbela não tiveram. Os outros dois tinham um ar meio mambembe, uma vontade de fazer rir sem compromisso com a “nobreza”. Já Coronel parece querer “respaldo artístico”.

Isso pode ser exemplificado pela tentativa de se esmerar nos efeitos especiais do lobisomem. Lembram de como as fantasias de Chicó eram mostradas em O Auto da Compadecida?

Além disso, embora seja uma comédia, na maior parte do tempo O Coronel e o Lobisomem tem um tratamento dramático. Essa esquizofrenia narrativa acaba não rendendo bem nem para um lado nem para o outro.

Ironia das ironias: sem qualquer pretensão “séria”, Auto e Lisbela tem um alcance artístico bem maior do que O Coronel e o Lobisomem. (Renato Félix)

O Coronel e o Lobisomem. Brasil, 2005.  **1/2  Direção: Maurício Farias. Elenco: Diogo Vilela, Sélton Mello, Ana Paula Arósio, Pedro Paulo Rangel.

CRÍTICA/ A LENDA DO ZORRO

Legend of Zorro Legend of Zorro

Outro herói sob a máscara

A lenda do Zorro, mesmo, se foi no primeiro filme dessa nova série, A Máscara do Zorro (1998). Ela foi riscada do mapa pelos produtores para que pudessem fazer o que quisessem com o herói. Para isso, literalmente mataram o personagem original e puseram um impostor no lugar, estrela deste A Lenda do Zorro (The Legend of Zorro, EUA, 2005).

Para eles, Zorro é só a máscara, o chapéu e a espada, e nao o personagem por baixo. É mais ou menos como se fizessem um filme do Batman, em que ele não é Bruce Wayne, mas outro. O filme de 1998 não chegava aos pés dos Zorros clássicos, mas ainda funcionava. Neste, tudo piora.

A Lenda do Zorro padece do mesmo mal da maioria dos filmes de ação hollywoodianos: o exagero. Não basta Zorro pular em cima do trem em movimento: ele tem que fazer isso a cavalo. Não basta um duelo de espadas com o vilão: agora, cada um tem que portar duas espadas. E por aí, vai.

Mas a grandiloqüência sai pela culatra e o filme cansa lá pela hora e meia de projeção. As piadinhas são bobas, a trama é complexa demais para personagens tão mal caracterizados e Banderas é o canastrão de sempre.

O filme dá, na verdade, saudade - até de Indiana Jones. Mas este A Lenda do Zorro não chega a ser uma perda total: a mitologia do Zorro, mesmo distorcida, é saborosa o suficiente para mater o interesse por algum tempo. (Renato Félix)

A Lenda do Zorro. The Legend of Zorro. Estados Unidos, 2005.  **1/2  Direção: Martin Campbell. Elenco: Antonio Banderas, Catherine Zeta-Jones, Giovanna Zacarías, Raul Mendez, Adrian Alonso, Pedro Armendáriz Jr.

CEM PREFERIDOS - 26


26. A Vida de Brian (Terry Jones, 1979)

O grupo Monty Python não tinha mesmo medo do ridículo. Ou mais corretamente: do absurdo, do besteirol. Ou, para ser mais chique: do nonsense. Em A Vida de Brian eles fazem os reis magos confundirem a manjedoura de Cristo com outra vizinha e contam a história da vida desse cidadão anônimo. Ele se une a um dos grupelhos terroristas que lutam contra os romanos - inimigos mortais entre si, embora sejam todos iguais. É tido como um messias apenas por falar de maneira vaga sobre o sentido da vida - e ganha seguidores apenas porque eles vêem outros o seguindo. E assim, o sexteto vai demolindo instituições, ícones, conceitos e tudo o mais que eles podem. Os momentos antológicos são muitos, mas talvez o insuperável seja este: Pôncio Pilatos troca os erres pelos eles e seus próprios centuriões se esforçam muito, mas não conseguem conter as gargalhadas.

SENHOR, EU NÃO MEREÇO TANTO!

Fernanda Paes Leme. A única razão que me fazia parar alguns minutos em frente da TV para assistir Sandy & Junior ou - pior ainda - América. Na Playboy de dezembro.

SEÇÃO DE CARTAS

Mag: A história do anão de jardim, só quando o Salem tomar vergonha e fuçar as coisas dele em Natal... Deveríamos ter feito uma cópia daquilo!

Manuzinha: Não vá causar ciúmes no maridão, hein?

Pops: Olha lá... Não vem provocar expectativas, suores frios, ansiedade para depois não cumprir a ameaça, hein? Quero só ver na sua festa, sábado... Quanto a Margot Kidder (a Lois Lane de Superman - O Filme), ela sofreu um acidente de carro sério em 1990 e foi diagnosticada como maníaca-depressiva em 1996. Mas parece que vem melhorando: fez até uma participação especial em Smallville no quarto ano da série. E cadê o seu blog, hein, mocinha? Tá de férias?

Hary: Que bom que a festa foi importante pra você, também, e que a gente dividiu esse momento juntos... Te adoro também. 

Chris: Vá já a uma locadora e alugue o filme! Agora! Onde já se viu?...

Mari: A história da confiança é boa, sim, essa "cruz" é melhor ter que não ter. Eu quis só mostrar como acontecem coisas inusitadas comigo por causa disso (risos). E a brincadeira da festa era dizer "o que odiavam", porque, segundo as justificativas, seria muita babação dizer "o que adoravam". Interessante sua combinação de "olhar direto" com "jeito tímido de mirar". Aliás, aquela "encarcada" foi fraternal, menina, não comprometa a moça... Flashdance é legal e Footloose é um filme bom de verdade, mas Curtindo a Vida Adoidado é perfeito. Sou um crítico de cinema sério, sim, mas que dá valor a uma boa diversão (risos). Outra coisa: você estava ali em Recife de 12 a 20?! Não tinha perdido um vôo e não sei o que mais e chegado só no dia 19, não? PS: E é você que mora longe, tá?

Thiala: Foi Vitor Hugo, Thiala? Acho que o nome que li uma vez era outro... Então, você conhecia a frase, já?

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